<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416</id><updated>2012-02-16T11:48:16.086-08:00</updated><title type='text'>Tamires Furniel</title><subtitle type='html'>"Sou diferente, pois assim atrapalho os iguais" 
                                  (Eliezer Augusto)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-4098587430559990148</id><published>2010-01-02T11:08:00.001-08:00</published><updated>2010-01-02T11:08:38.794-08:00</updated><title type='text'>Lindo texto para se refletido...</title><content type='html'>Para meus amigos que estão...SOLTEIROS&lt;br /&gt;O amor é como uma borboleta. Por mais que tente pegá-la, ela fugirá. &lt;br /&gt;Mas quando menos esperar, ela está ali do seu lado. &lt;br /&gt;O amor pode te fazer feliz, mas às vezes também pode te ferir. &lt;br /&gt;Mas o amor será especial apenas quando você tiver o objetivo de se dar somente a um alguém que seja realmente valioso. Por isso, aproveite o tempo livre para escolher .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para meus amigos...NÃO SOLTEIROS&lt;br /&gt;Amor não é se envolver com a "pessoa perfeita", aquela dos nossos sonhos. &lt;br /&gt;Não existem príncipes nem princesas. &lt;br /&gt;Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. &lt;br /&gt;O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para meus amigos que gostam de...PAQUERAR&lt;br /&gt;Nunca diga "te amo" se não te interessa. &lt;br /&gt;Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. &lt;br /&gt;Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração. &lt;br /&gt;Nunca olhe nos olhos de alguém, se não quiser vê-lo derramar em lágrimas por causa de ti. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A COISA MAIS CRUEL QUE ALGUÉM PODE FAZER É PERMITIR QUE ALGUÉM SE APAIXONE POR VOCÊ, QUANDO VOCÊ NÃO PRETENDE FAZER O MESMO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para meus amigos...CASADOS. &lt;br /&gt;O amor não te faz dizer "a culpa é", mas te faz dizer "me perdoe". &lt;br /&gt;Compreender o outro, tentar sentir a diferença, se colocar no seu lugar. &lt;br /&gt;Diz o ditado que um casal feliz é aquele feito de dois bons perdoadores. &lt;br /&gt;A verdadeira medida de compatibilidade não são os anos que passaram juntos; &lt;br /&gt;mas sim o quanto nesses anos vocês foram bons um para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para meus amigos que têm um CORAÇÃO PARTIDO&lt;br /&gt;Um coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e ele lastimará o tempo que você permitir. &lt;br /&gt;Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que ele chore para sempre. &lt;br /&gt;Permita-se rir e conhecer outros corações. &lt;br /&gt;Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar os outros, aprenda a viver sua própria vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A DOR DE UM CORAÇÃO PARTIDO É INEVITÁVEL, MAS O SOFRIMENTO É OPCIONAL!&lt;br /&gt;E LEMBRE-SE: É MELHOR VER ALGUÉM QUE VOCÊ AMA FELIZ COM OUTRA PESSOA, DO QUE VÊ-LA INFELIZ AO SEU LADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para meus amigos que são...INOCENTES.&lt;br /&gt;Ela(e) se apaixonou por ti, e você não teve culpa, é verdade. &lt;br /&gt;Mas pense que poderia ter acontecido com você. Seja sincero, mas não seja duro; não alimente esperanças, mas não seja crítico; você não precisa ser namorado(a), mas pode descobrir que ela(e) é uma ótima pessoa e pode vir a se tornar uma(um) grande amiga(o).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para meus amigos que tem MEDO DE TERMINAR.&lt;br /&gt;As vezes é duro terminar com alguém, e isso dói em você. &lt;br /&gt;Mas dói muito mais quando alguém rompe contigo, não é verdade? &lt;br /&gt;Mas o amor também dói muito quando ele não sabe o que você sente. &lt;br /&gt;Não engane tal pessoa, não seja grosso(a) e rude esperando que ela(e) adivinhe o que você quer. &lt;br /&gt;Não a (o) force terminar contigo, pois a melhor forma de ser respeitado é respeitando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra terminar ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.... &lt;br /&gt;Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela... &lt;br /&gt;Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável... &lt;br /&gt;Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples... &lt;br /&gt;Um dia percebemos que o comum não nos atrai... &lt;br /&gt;Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom . .&lt;br /&gt;Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você... &lt;br /&gt;Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... &lt;br /&gt;Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...&lt;br /&gt;Enfim... &lt;br /&gt;Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem que ser dito... &lt;br /&gt;O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutar para realizar todas as nossas loucuras... &lt;br /&gt;Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martha Medeiros&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-4098587430559990148?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/4098587430559990148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=4098587430559990148' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/4098587430559990148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/4098587430559990148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2010/01/lindo-texto-para-se-refletido.html' title='Lindo texto para se refletido...'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-3455962512153839314</id><published>2010-01-02T10:39:00.000-08:00</published><updated>2010-01-02T10:40:20.305-08:00</updated><title type='text'>Doidas e Santas</title><content type='html'>Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar o nosso poder de sedução para encontrar the big one, aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá prá ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso, temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo pro alto e embarcar num navio pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar loura e cafetina, ou sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.&lt;br /&gt;Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só se for louca de pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martha Medeiros&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-3455962512153839314?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/3455962512153839314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=3455962512153839314' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/3455962512153839314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/3455962512153839314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2010/01/doidas-e-santas.html' title='Doidas e Santas'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-8154681417901807233</id><published>2010-01-02T10:09:00.000-08:00</published><updated>2010-01-02T10:16:25.518-08:00</updated><title type='text'>"O amor nos tempos de hoje"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/Sz-NTRazKSI/AAAAAAAAACA/I4JKbLYN6HI/s1600-h/000249011.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 219px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/Sz-NTRazKSI/AAAAAAAAACA/I4JKbLYN6HI/s320/000249011.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422207838610204962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Nada é mais revolucionário e poderoso do que o que a gente sente. Nada. Nem mesmo o que a gente pensa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da televisão, ele sumiu, evaporou. A Internet ele nunca chegou a frequentar. Nas páginas de revista, faz tempo que não dá as caras. Foi trocado pela paixão instantânea e pelo sexo ocasional. Estou falando do amor, lembra dele? Pois é, foi escorraçado da mídia. Hoje em dia, casais se unem por desejo, oportunidade ou conveniência. Todos querem se apaixonar amanhã e somar mais um nome ao seu currículo pessoal de aventuras, que se pretende vasto. Cultivar um amor para sempre? Nem pensar. O amor deixou de ser inspirador. Já deu os versos que tinha que dar. O amor demora muito para se estabelecer e depois dura demais. Quem tem paciência e tempo, hoje, para se dedicar a uma só pessoa? O amor faz sofrer, faz chorar, e além disso não rende matéria no Segundo Caderno, não é encontrado no YouTube. O amor está obsoleto, não se usa mais. Segue valorizado apenas no cinema e nos romances de ficção, através de autores que não desistem de investigar esse sentimento que é tão difícil de se concretizar da maneira como o idealizamos. Todo amor parece impossível, tanto nos livros como na vida real. E talvez esteja aí a razão da sua força e mistério e do medo que ele nos provoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é muito mais exigente do que a paixão: ele pressupõe a reconstrução de duas vidas a partir de uma troca de olhares, que é como tudo geralmente começa. Enquanto a paixão se esgota em si mesma e não está interessada no amanhã, o amor é ambicioso, se pretende eterno, e para pavimentar essa eternidade não mede esforços. Duas pessoas que nunca se imaginaram juntas de repente atendem a um chamado interno do coração (desculpe o termo, não encontrei outro mais moderno) e investem nessa união de olhos abertos (a paixão é vivida de olhos fechados). O amor é uma loucura disfarçada de sanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fosse uma loucura, o amor não seria o que é: lírico e profundo, rebelde e transformador. Amar é a transgressão maior. É quando rompemos com a nossa solidão para inaugurar uma vida compartilhada e inédita. Isso é ou não é uma doideira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ainda: poderíamos dizer que o amor é um processo de autodesconhecimento. Você nunca conviveu com a pessoa que começou a amar, portanto você precisa conhecê-la, e ela a você. Diante dessa página em branco, somos obrigados a nos passar a limpo, e para isso é preciso relativizar as certezas acumuladas até então e abrir-se para a formação de uma nova identidade. Passamos a ser recicláveis. O autoconhecimento nos dá respostas seguras sobre nós mesmos, mas segurança demais pode nos paralisar. O autodesconhecimento é que nos empurra pra frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós já tivemos a chance de amar. Alguns, uma única vez, mas a maioria de nós teve várias oportunidades, diversos amores. Amores curtos, mas inesquecíveis. Amores que terminaram, mas que geraram filhos. Amores que naufragaram, mas que nos amadureceram. Amores duradouros, que ainda não acabaram. Todos eles nos incentivando a continuar a tentar, porque de amar ninguém desiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desprestígio do amor talvez venha da pressa de viver, da urgência dos dias, da necessidade de “aproveitarmos” cada instante: é como se o amor fosse um impedimento para o prazer. Francamente, o que se aproveita, de fato, quando não se sente coisa alguma? A resposta é: coisa alguma. Do que se conclui que o amor nunca será cafona, pois nada é mais revolucionário e poderoso do que o que a gente sente. Nada. Nem mesmo o que a gente pensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Martha Medeiros&lt;br /&gt;Fonte: Jornal “Zero Hora” nº. 15915, 22/3/2009.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-8154681417901807233?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/8154681417901807233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=8154681417901807233' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/8154681417901807233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/8154681417901807233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2010/01/o-amor-nos-tempos-de-hoje.html' title='&quot;O amor nos tempos de hoje&quot;'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/Sz-NTRazKSI/AAAAAAAAACA/I4JKbLYN6HI/s72-c/000249011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-9176815604188637346</id><published>2009-12-14T06:33:00.000-08:00</published><updated>2009-12-14T06:44:35.829-08:00</updated><title type='text'>Passei por cima do primeiro obstáculos de muitos ....</title><content type='html'>No dia 11 de dezembro de 2009, foi um grande dia. Dia da apresentação da minha monografia, passei por cima do primeiro obstáculo de muitos , me formei, tirei 10 no meu trabalho, nem acredito ainda!&lt;br /&gt;Sou jornalista!!&lt;br /&gt;Agora começa a minha batalha, trabalhar na area não será fácil, quero mudar de cidade, de vida, da início a algo novo!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-9176815604188637346?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/9176815604188637346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=9176815604188637346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/9176815604188637346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/9176815604188637346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/12/passei-por-cima-do-primeiro-obstaculos.html' title='Passei por cima do primeiro obstáculos de muitos ....'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-1412374789424554257</id><published>2009-09-05T14:49:00.001-07:00</published><updated>2009-09-05T15:05:46.528-07:00</updated><title type='text'>Esboço sobre a minha monografia...</title><content type='html'>Enfim chegou o último ano de faculdade, tempo de reunir todos os conhecimentos adquiridos em quatro anos e desenvolver um T.C.C (Trabalho d Conclusão de Curso).Sempre me disseram que devemos escolher um tema que nos identifique e gostemos muito, porque assim será mais fácil na hora do desenvolvimento, seguindo essa linha de pensamento cheguei a esta conclusão:&lt;br /&gt; “O Critério de noticiabilidade das revistas de variedades. Análise da Revista da Semana”, esse será o título da minha monografia que pretendo desenvolver durante todo o ano juntamente com o auxilio da minha orientadora, a Prof. Denise Britto.&lt;br /&gt;Por meio de uma pesquisa bibliográfica pretendo revelar a importância da divisão dos cadernos do produto revista ao leitor. O motivo pela escolha do objeto de estudo, a revista, vem pela identificação que possuo com o veículo e por acreditar que a reunião de vários assuntos em único lugar flexibiliza ao leitor uma maior codificação do número de informações.&lt;br /&gt; As revistas a cada dia que passa estão se segmentados, existem milhares de títulos para todos públicos e gostos. Porém existem aquelas que reúnem diversos assuntos em apenas uma edição, estas são chamadas as “Revistas de Variedades”. Todos podem ler, e o principal ficarem informados sobre diversificados assuntos com um aprofundamento da notícia que só a revista poderia dar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-1412374789424554257?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/1412374789424554257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=1412374789424554257' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/1412374789424554257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/1412374789424554257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/09/esboco-sobre-minha-monografia.html' title='Esboço sobre a minha monografia...'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-2417474452116210666</id><published>2009-08-23T17:05:00.001-07:00</published><updated>2009-08-23T17:09:54.035-07:00</updated><title type='text'>Resenha Crítica sobre "CIBERCULTURA"</title><content type='html'>No livro intitulado “Cibercultura” do autor Pierre Lévy, uma abordagem sobre a influencia da tecnologia na sociedade é feita, no decorrer dos capítulos o autor realiza a  analise minuciosa sobre os efeitos dos impactos das tecnologias de informações em nossas vidas.  &lt;br /&gt; No primeiro capitulo: As tecnologias têm um impacto?, o autor explica sobre o “impacto” dessas tecnologias sobre a sociedade. Para Levy, a resposta para esta questão é negativa, esclarece dizendo que é o próprio homem que fabrica as técnicas dentro da sociedade.&lt;br /&gt;“É o mesmo homem que fala, enterra seus mortos e talha o sílex. Propagando-se até nós, o fogo de Prometeu, cozinha os alimentos (...) reúne e inscreve sobre a terra com a roda e navegação que abriram seus horizontes, com a escrita, o telefone e o cinema (...)” &lt;br /&gt;A partir disso o ser humano começou a desenvolver objetos técnicos que o ajudassem e facilita-se seus afazeres, e que fornecessem meios e razões para a vida e suas instituições.&lt;br /&gt;Ao levantar outros argumentos, Lévy fortalece seu estudos, dizendo que as verdadeiras relações, estão entre a técnica, cultura e sociedade. &lt;br /&gt;A tecnologia (que seria da ordem da causa) e a cultura (que sofreira os efeitos), não são criadas entre si, mas acontecem entre um grande número de atores humanos que inventam, produzem, utilizam e interpretam as diferentes formas e técnicas. É impossível separar o humano de seu ambiente material, para o autor por trás das técnicas agem e reagem as idéias, projetos sociais, utopias, interesses econômicos, estratégias de poder e toda a gama dos jogos dos homens em sociedade.&lt;br /&gt;As técnicas são conjunto de métodos e processos aplicados a uma determinada atividade humana, elas são uma conseqüência da capacidade de pensar e criar.A tecnologia é o fruto de idéias originárias do passado, e que ao longo dos anos foram sendo modificadas e aprimoradas.&lt;br /&gt;O trabalho, por sua vez, necessita das técnicas e da tecnologia para retirar recursos da natureza, produzir bens materiais e para realizar uma série de serviços.A inteligência coletiva pode ser entendida como um tomar de decisões a partir do conhecimento adquirido e ser compartilhado por diversas pessoas. &lt;br /&gt;A partilha dos aprendizados, das funções, das percepções e idéias para serem resolvidos coletivamente, acontece no espaço virtual, porque ali tudo esta disponível em um ambiente de colaboração mútua.&lt;br /&gt;Consideramos dessa forma que neste capitulo a influencia da internet e as suas tecnologias atuais contribuem muito para que as pessoas fiquem próximas umas das outras, e troquem os conhecimentos contribuindo de certa forma para a exposição das informações do seu canto, no seu tempo, com sua idéia, com seu pensamento e seu ponto de vista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-2417474452116210666?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/2417474452116210666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=2417474452116210666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/2417474452116210666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/2417474452116210666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/08/resenha-critica-sobre-cibercultura.html' title='Resenha Crítica sobre &quot;CIBERCULTURA&quot;'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-4396773966564101056</id><published>2009-06-30T19:58:00.000-07:00</published><updated>2009-06-30T20:03:33.793-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/SkrRe_otxlI/AAAAAAAAAAw/bbFiaMim9hc/s1600-h/Jornal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 291px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/SkrRe_otxlI/AAAAAAAAAAw/bbFiaMim9hc/s320/Jornal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353321437491742290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-4396773966564101056?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/4396773966564101056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=4396773966564101056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/4396773966564101056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/4396773966564101056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/06/blog-post.html' title=''/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/SkrRe_otxlI/AAAAAAAAAAw/bbFiaMim9hc/s72-c/Jornal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-529190427036514774</id><published>2009-06-29T20:35:00.000-07:00</published><updated>2009-06-29T20:40:26.044-07:00</updated><title type='text'>Do papel à convergëncia</title><content type='html'>É no mínimo interessante perceber como os profissionais de jornalismo, tal qual professores e estudantes da área, demoraram a entender o fato de que a Internet abriu novas fronteiras para os atuais e futuros coleguinhas, no que diz respeito ao mercado de trabalho. Sim, o webjornalismo está aí, consolidado, gerando empregos, crescendo e buscando profissionais bem qualificados para a função.&lt;br /&gt;Entretanto, o que se vê - seja nas empresas de comunicação, seja nas instituições de ensino superior - é uma falta de percepção dos profissionais e alunos sobre as novas perspectivas que a Internet traz para o jornalismo, a saber: interatividade, multimidialidade, hipertextualidade, tempo real e a convergência. A linearidade de pensamento aliada à cultura do papel e, em alguns casos, à preguiça mesmo, nos mostra exemplos os mais diversos de publicações on-line com "cara" de jornal impresso.&lt;br /&gt;Enquanto ainda se teima em produzir para a web tal como para o impresso, a tecnologia vai avançando a passo largos, deixando muita gente para trás. Quando chegarem a "descobrir" que o "empacotamento" da notícia jornalística na Internet tem características próprias (e muito melhores que os meios de comunicação de massa tradicionais), já teremos outro modelo tecnológico em nossos calcanhares, exigindo novas formas de escrita e edição no exercício do jornalismo. A utilização dos equipamentos móveis (PDAs e celulares) no ciberespaço é um exemplo disso. Cresce de forma exponencial, o que nos leva a um outro formato de notícias, cujo mercado terá ainda mais dificuldades para encontrar profissionais capacitados.&lt;br /&gt;O que dizer então do processo de convergência de mídias? E não falo aqui simplesmente da fusão de redações de veículos diferentes - tal como a realizada, por exemplo, no Espírito Santo, pela rádio CBN com o portal Gazeta On-line -, mas sim de um processo em que as grandes redes não mais pensarão a produção de notícias a partir de pautas separadas em veículos distintos. Falo, sim, de uma produção jornalística em que as pautas sejam as mesmas em uma rede, porém, "empacotadas" e aproveitadas em todas as suas mídias, de acordo com as características de cada uma, sem a mera transposição de conteúdo.&lt;br /&gt;Isso não está longe de acontecer, ao contrário do que muitos possam pensar. E aí, fico a pensar se a academia, bem como os profissionais que já atuam no mercado, estão preparados para acompanhar esse processo quando mal começamos a dar os primeiros passos naquilo que Pollyana Ferrari chama de "pensar as matérias em três dimensões". Ou seja, aproveitar todas as potencialidades oferecidas pela web dentro do texto jornalístico. Pelo cenário que ora se apresenta, o mais provável é que as instituições de ensino superior fiquem a reboque. Mas não somente pelo fato de alunos e professores ainda se agarrarem à cultura do texto para o papel. Há que se considerar também que essa adequação ao processo de convergência requer infra-estrutura, que, por sua vez, tem um custo. E quando se fala em custos para qualquer instituição de ensino superior - seja ela pública ou privada - as coisas tendem a se arrastar ainda mais. Mas esta é uma outra questão, merecedora de outro artigo.&lt;br /&gt;Por agora, o que me interessa é refletir sobre a necessidade de nós, profissionais de jornalismo, entendermos que estamos diante de uma nova mídia, com peculiaridades próprias e que, como tal, requer uma utilização diferenciada. Como bem diz Marcos Palácios, em seu livro Modelos de Jornalismo Digital - organizado juntamente com Elias Machado -, pela primeira vez nós, jornalistas, estamos diante de um fato, no exercício da profissão, nunca antes visto: o jornalismo na web rompeu as limitações de tempo e espaço das quais sempre fomos "escravos". Então, por que não aproveitar isso? Por que ainda vemos muito mais fotos nas versões impressas do que nas versões on-line da grande maioria das publicações jornalísticas? Isso sem falar no baixíssimo índice de utilização de podcasts, vídeos, enquetes, posts, fóruns, dentre outras ferramentas que somente a Internet pode oferecer.&lt;br /&gt;A responsabilidade do ensino do jornalismo on-line nos cursos de Comunicação Social torna-se gigantesca nesse contexto. É preciso que os professores transcendam suas "cabeças de papel" para poderem mostrar a seus alunos as novas perspectivas e possibilidades trazidas - e porque não dizer, exigidas - pela Internet. Mas, paradoxalmente, isso requer algum tempo, tempo esse que a tecnologia não nos dá, ainda que nossa tão arraigada cultura linear assim o requeira, para que seja devidamente superada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Renato H.S Moreira (Jornalista e professor universitário em Vitória  Espirito Santo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-529190427036514774?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/529190427036514774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=529190427036514774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/529190427036514774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/529190427036514774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/06/do-papel-convergencia.html' title='Do papel à convergëncia'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-8166628493453003006</id><published>2009-06-24T18:57:00.000-07:00</published><updated>2009-06-24T19:07:45.648-07:00</updated><title type='text'>Os Efeitos da propaganda ideológica</title><content type='html'>A propaganda ideológica tem mostrado como interferi em nossas vidas, essa tênue ligação que ela possui no modelo positivista ao qual nossa sociedade contemporânea é embasada, tem como objetivo produzir efeitos coercitivos em nossa sociedade, onde  transmitem e impregnam suas ideologias em todas as partes, moldando dessa forma cidadões reféns da sua própria vontade.&lt;br /&gt; Começando em nossas famílias, depois na escola ou mesmo no trabalho, todos nos estamos sendo enquadrados para os mesmo fins. De uma forma que temos que nos moldar, para ingressarmos no contexto social de uma classe ideologicamente dominante.&lt;br /&gt;É da propaganda em si ser instrumento para união de todas as classes sociais, massificando e impedindo que cada pessoa siga o seu próprio caminho, transformando-as apenas em meros instrumentos para um único fim. Com isso impõem, difundem, estabelecem os limites do que pode ou não ser divulgado, reprimindo assim toda manifestação contrarias aos valores vigentes. Resultado, todos nós passamos a viver esse conjunto de idéias, esse “Happy End” (Final Feliz), uma realidade totalmente utópica, que quando não alcançado pelas pessoas se torna algo frustrante a elas.&lt;br /&gt;Somos amordaçados, controlados e condicionados desde muito tempo, e essa situação é mantida e reproduzida entre emissores e receptores, que talvez possa ser mudado gradativamente dia a dia, pois nada é eterno. No futuro essas formas de persuasão vão perdendo suas forças, e tendem a se democratizar, trazendo assim, algo mais justo para a transmissão das chamadas ideologias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-8166628493453003006?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/8166628493453003006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=8166628493453003006' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/8166628493453003006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/8166628493453003006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/06/os-efeitos-da-propaganda-ideologica.html' title='Os Efeitos da propaganda ideológica'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-5730209063830635604</id><published>2009-06-07T19:46:00.000-07:00</published><updated>2009-06-07T19:49:20.199-07:00</updated><title type='text'>A internet causou mudanças no Jornalismo</title><content type='html'>A internet quando iniciou suas funcionalidades em 1.969 era algo obscuro e de difícil acesso, somente alguns grupos de pessoas ligadas á área tinham acesso ao objeto.Atualmente em 2.009, a rede que liga os computadores e as novas tecnologias que surgiram no decorrer dos anos se globalizou.&lt;br /&gt;As mudanças foram tantas em nossas vidas, que gerou algo chamado de “Sociedade de Informação”, que significa a convergência entre o computador e as telecomunicações.&lt;br /&gt;O Jornalismo como parte integrante dos meios de comunicação de massa não ficou fora dessas transformações e também foi afetado por essa nova onda.&lt;br /&gt;Com isso o profissional jornalista teve de se adequar à nova modalidade, ao novo espaço chamado ciberespaço (local em que acontece as relações humanas e de poder) e aquisição de novos saberes tecnológicos.&lt;br /&gt;Elementos como: convergência ou multimidialidade, interatividade, hipertextualidade, personalização, memória e atualização são as novas ferramentas do jornalismo on-line. Um Jornalismo que antes poderia ser somente radiofônico, impresso e televisivo agora é on-line.&lt;br /&gt;O Jornalismo On-line (JOL) reuniu todos os veículos em único canal, ou seja, os leitores podem ler seus jornais, ouvi-lo (por meio do áudio da matéria exposto na página) e ver o noticiário preferido, que antes supostamente somente poderia ser assistido na televisão no horário determinado. E para tudo isso ser realizado, estes veículos de comunicação (seja jornais impressos, revistas, telejornais, rádios e outros) investiram e hoje possuem uma redação exclusiva e especializada para a produção de materiais para o  JOL.&lt;br /&gt;Aos leitores que não possuem tempo decorrente aos afazeres do dia, e não podem passar na banca para comprar um jornal, parar e ouvir um noticiário na rádio ou mesmo ver os telejornais, ganharam a comodidade do on-line. Estes estando no próprio trabalho e com alguns cliques no mouse do computador já se informam sobre as noticias do dia (ou mesmo matérias de dias, semanas e meses anteriores) de todo país ou do mundo atualizadas em decorrências de segundos.A internet transformou muito a forma de produzir os textos, as imagens, os sons, os vídeos enfim tudo dentro do jornalismo, deu ferramentas aos jornalistas que nenhuma outra mídia daria a eles, mas o que vale ressaltar nesse texto e o principal é que a essência, as funcionalidades e o comprometimento do jornalismo, que é de informar a noticia com coerência e  veracidade aos leitores isso nada modificou. O jornalismo sempre será o bom e velho jornalismo, aquele que em meados das décadas de 50, 60 e 70 sofreu com a censura da Ditadura Militar nas redações, mas hoje com a democracia da sociedade possui a liberdade, mesmo que em muitas vezes mascarada em seu interior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-5730209063830635604?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/5730209063830635604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=5730209063830635604' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/5730209063830635604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/5730209063830635604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/06/internet-causou-mudancas-no-jornalismo.html' title='A internet causou mudanças no Jornalismo'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-270331243108824242</id><published>2009-05-19T20:58:00.001-07:00</published><updated>2009-05-19T21:39:31.185-07:00</updated><title type='text'>Desabafo de Luiz Nassif</title><content type='html'>"Elite privilegiada"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos se dizem aviltados com a corrupção e a baixeza de nossos políticos. Eu não, eles são apenas o espelho do povo brasileiro: um povo preguiçoso,  malandro, e que idolatra os safados. É o povo brasileiro que me avilta!&lt;br /&gt; Não é difícil entender porque os eleitores brasileiros aceitam o LULA e a quadrilha do PT como seus líderes. A maioria das pessoas deste país faria as mesmas coisas que os larápios oficiais: mentiriam, roubariam, corromperiam e até matariam. Tudo pela sua conveniência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com muitas exceções, os brasileiros se dividem em 2 grupos :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Os que roubam e se beneficiam do dinheiro público, e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Os que só estão esperando uma oportunidade de entrar para o grupo 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que será que o brasileiro preza mais o Bolsa Família que a moralidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fácil : Com a esmola mensal do bolsa família não é preciso trabalhar, basta receber o dinheiro e viver às custas de quem trabalha e paga impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que será que o brasileiro é contra a privatização das estatais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fácil: Em empresa privada é preciso trabalhar, ser eficiente e produtivo; senão perde o emprego. Nas estatais é eficiência zero, comprometimento zero e todos a receber o salário garantido, pago com o imposto dos mesmos idiotas contribuintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim chega!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei minha vida inteira trabalhando, lutando e tentando ajudar os outros.&lt;br /&gt;Resultado : Hoje sou chamado de 'Elite Privilegiada' .&lt;br /&gt;Hoje a moda é ser traficante, lobista, assaltante e excluído social.&lt;br /&gt;Por isso, tomei a decisão de deixar de ser inocente útil, e de me preocupar com este povo que não merece nada melhor do que tem.&lt;br /&gt;Daqui pra frente, mudarei minha postura de cidadão.&lt;br /&gt;Vou me defender e defender os direitos e interesses da nossa 'Elite Privilegiada' &lt;br /&gt;1) Ao contrário dos últimos 20 anos, não farei mais doações para creches, asilos e hospitais. Que eles consigam os donativos com seu Querido 'governo voltado para o Social'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Não contribuirei mais com as famosas listinhas de fim de ano para cesta de natal, de porteiros, manobristas, faxineiros e outros (O ABILIO TINHA RAZÃO). Eles já recebem a minha parte pelo Bolsa-Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Não comprarei mais CDs e não assistirei a filmes e peças de teatro dos artistas que aderiram ao Lulismo (lembra, tem que por a mão na merda!).&lt;br /&gt;Eles que consigam sua renda com as classes c e d, já que a classe media que os sustentou até hoje não merece consideração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Não terei mais empregados oriundos do norte-nordeste (curral eleitoral petista). Por que eles não utilizam um dos 'milhões de empregos gerados por este governo'?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Depois de 25 anos pagando impostos , entrarei no seleto grupo de sonegadores. Usarei todos os artifícios possíveis para fugir da tributação, especialmente dos impostos federais (IR). Assim, este governo usará menos do meu dinheiro para financiar o MST, a Venezuela, a Bolívia e as 'ONG´s fajutas dos amigos do Lula'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Está abolida toda e qualquer 'gorjeta' ou 'caixinha' para carregadores, empacotadores, frentistas, e outros 'excluídos sociais'. Como a vida deles melhorou MUITO com este governo de esquerda', não precisam mais de esmolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Não comprarei mais produtos e serviços de empresários que aderiram ao  Lulismo. É só consultar a lista da reunião de apoio ao Lula, realizada em  Setembro/06. Como a economia está 'uma beleza', eles não estão precisando de clientes da 'Elite Privilegiada' ..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) As revistas, jornais e tv´s que defenderam os corruptos em troca de contratos oficiais estão eliminadas da minha vida (Isto É, Carta Capital,  Globo,  etc). A imprensa adesista é um 'câncer a ser combatido'. As tv´s que demitiram jornalistas que incomodaram o governo (lembra da Record com o Boris Casoy?) já deixaram de ser assistidas em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Só trabalho com serviços públicos privatizados. Como a 'Elite Privilegiada' defende a Privatização, usarei DHL ao invés dos Correios, não terei contas na CEF, B.Brasil e outros Órgãos Públicos Corruptos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Estou avisando meus filhos : Namorados petistas serão convidados a não entrar em minha casa. E dinheiro da mesada que eu pago não financia balada e nem restaurante com petista. Sem Negociação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) Não viajo mais para o Nordeste. Se tiver dinheiro, vou para o exterior, senão tiver vou para o Guarujá. O Brasil que eu vivo é o da 'Elite Privilegiada' , não vou dar PIB para inimigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) Não vou esquecer toda a sujeira que foi feita para a reeleição do 'Sapo Barbudo', nem os nomes dos seus autores. Os boatos maldosos da privatização ( Jacques Vagner, Tarso Genro, Ciro Gomes), a divisão do Brasil entre ricos e pobres ( Lula, José Dirceu), a Justiça comprada no STF (Nelson Jobin), a vergonha da Polícia Federal acobertando o PT (Tomás Bastos), a virulenta adesão do PMDB (Sarney, Calheiros, Quércia), a superexposição na mídia do Lula ( Globo)  .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro que vocês comecem a defender sua ideologia e seu estilo de vida, senão, logo logo, teremos nosso patrimônio confiscado pela 'Ditadura do Proletariado'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estou de luto ! O meu país morreu !&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  -  EU DESISTI DO BRASIL !!!&lt;br /&gt;      Luiz Nassif&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-270331243108824242?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/270331243108824242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=270331243108824242' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/270331243108824242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/270331243108824242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/05/desabafo-de-luiz-nassif.html' title='Desabafo de Luiz Nassif'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-323810024916352467</id><published>2009-05-19T10:31:00.000-07:00</published><updated>2009-05-19T10:48:24.539-07:00</updated><title type='text'>De popstar à mito global</title><content type='html'>A ligeira passagem de Madonna pelo Brasil no ano passado demonstrou novamente o poder que um ídolo com larga notoriedade na mídia exerce sobre as pessoas de modo geral e mais ainda sobre os fãs e adeptos enlouquecidos. A cantora, eleita popularmente como ícone da música e do estilo pop, arrastou uma multidão no Rio e em São Paulo, uma verdadeira legião de apaixonados e ensandecidos que não se importaram nem um pouco em passar dias em situação precária e desconfortável esperando os portões se abrirem. Para um fã incondicional, talvez ainda seja pouco diante da chance gloriosa de estar cara-a-cara com o "deus terreno" da sua vida. Tanto Madonna, diva de uma multidão fiel, quanto outros ídolos nacionais ou internacionais, sejam eles ligados à música, ou ao cinema e a qualquer veículo comunicacional de larga repercussão, possuem a capacidade de atrair admiradores e até seguidores fanáticos. Muito dessa atração se deve à projeção copiosa da imagem do indivíduo a ponto dele ser potencializado de maneira exaustiva e aparecer como alguém quase sobre-humano para o grande público.&lt;br /&gt;Essa habilidade que chamarei de criação fabulatória, ou seja, a invenção de um astro pelo fomento da sua imagem pública via narrativa, está intrinsecamente vinculado ao surgimento avassalador das tecnologias de comunicação, mais precisamente aos aparelhos audiovisuais que hoje são presenças correntes na sociedade. Também a mídia impressa não fica atrás. Nos primórdios do mundo moderno, a produção escrita foi a responsável em disseminar informações, até então restritas a perímetros concentrados, para outros lugares e outros leitores. Com o tempo, o letramento foi-se tornando uma realidade, e muitas pessoas puderam acessar os jornais, os folhetins, os livros e, com a evolução dos meios de comunicação de massa, passaram a se informar pelo rádio, os filmes e a televisão. Na atualidade, a internet é o ápice da acessibilidade a mundos inóspitos e a contingentes de dados e elementos nunca antes imagináveis.&lt;br /&gt;Tais vias informativas, especialmente as de caráter documental, não permaneceram como canais livres de intervenção. Ao contrário, foram tomadas como meios legítimos de expressar conteúdos arbitrários e fatos avaliados subjetivamente, quando não deturpados por desconhecimento de causas e historicidade ou pela má índole propositada. Assim, jornais e revistas, programas de televisão e demais segmentos da imprensa - não todos, felizmente - incrementam as notícias com pitadas ficção capciosa, afim de promover, não apenas a troca de informações, mas a persuasão do receptor pelo tratamento adulterador, seja este do ponto de vista ético lícito ou ilícito.&lt;br /&gt;Assim, a criação fabulatória, em grande parte, se sustenta numa informação inflada e faustosa, desproporcional ao estatuto da verdade, cheia de intrujices e malabarismos insinuantes que conduzem agradavelmente os receptores a uma inópia intelectual, chamando ao primeiro plano a ingenuidade emocional e a imaturidade crítica. Há praticamente uma dependência viciosa aos ídolos midiáticos, como se eles realmente fossem (e não representassem) o retrato daquilo que a humanidade sempre almejou durante o curso da história.&lt;br /&gt;Os Estados Unidos produziram vários destes astros. Podem ser citados, além de Madonna, Michael Jackson, Marilyn Monroe, Elvis Presley, Britney Spears (?!) e a lista segue. Alguns mais "eternos", outros passageiros, em diferentes campos de atuação e épocas, cada qual com sua majestosa carreira (em muitos casos equivocada) postou no cenário mundial como parâmetro de sucesso e exemplo de indivíduos bem sucedidos - sinônimo, para sonhadores, de felicidade. Cada um desses artistas das telas evoca no senso comum um desejo de autotransfiguração obsessiva, pois converge toda a atitude individual numa peregrinação quase doentia (ou doentia) pelas sendas do mestre. Porém, sem sombra de dúvidas, a grande "revelação numinosa" do século XXI, fomentada durante boa parte do último século, é, indiscutivelmente, o presidente Barack Hussein Obama, ícone pop em evidência e franca ascensão. Obama, o maior popstar da América (e América inclui, com surpreendente adesão, a Latina), vangloria-se na certeza de estar, hoje, com a popularidade estendida ao mundo a fora, e mesmo durante a eleição de 2008 deixou a mostra sua flexibilidade em utilizar de situações adversas como material de autodivulgação e angariação da simpatia de eleitores e não eleitores, até não americanos. De uma hora para outra, o ódio aos Estados Unidos nutrido por nações espalhadas pelo globo (e em número alto concebida por grupos interessados em se beneficiar disso) parece ter se dizimado ante a "queda" do império bushiano e a coroação do primeiro presidente negro, a marca registrada do sucessor na Casa Branca. Obama transcendeu as barreiras entre os povos e ganhou a confiança de pessoas tão distintas, exatamente como um ídolo midiático daqueles mencionados no início deste parágrafo.&lt;br /&gt;Obama e os segmentos da imprensa mais influentes foram felizes na empreitada realizada. Assim como um popstar tem sua notoriedade, a mesma acarreta o surgimento de polêmicas e suspeitas quanto à idoneidade da figura pública em destaque. O passado militante do presidente americano, recheado de pormenores interessantes, como o envolvimento com indivíduos que recebem o título de terroristas, bem como a sua relação com organizações não governamentais pouco amistosas, sem falar na acusação do advogado Philipe Berg sobre a inautêntica certidão de nascimento do elegido, passaram imunes a um esclarecimento público, graças à falta de atenção (proposital?) dos fiéis escudeiros sempre prontos a defender aquele que pode lhes agregar algum bem. Pelo menos uma defesa transparente seria de bom tom para incentivar, até mesmo, a clareza da atividade política e fortalecer, dessa forma, o regime democrático que não se consolida se os cidadãos não dispõem de consciência sobre a veracidade dos fatos. O que esteve em jogo, porém, não foi a democracia, mas a pseudodemocracia, a simulação de um estado de direito para conseguir levar ao poder o intocável Obama e sua trupe de servidores. Com o lema "Sim, nós podemos!", nada tão novo em termos de oratória falaciosa, Obama foi sinal de esperança da resolução da crise econômica mundial e solução da paz, aquele que irá romper definitivamente com a tirania norte-americana, redimir os erros passados e instaurar um reino de justiça e fraternidade universal.&lt;br /&gt;Toda essa canastrice retórica demonstra, na prática, que Barack Obama tornou-se, no translado à presidência, mais do que um popstar com fama irrestrita, e sim um mito formidável, de eficácia simbólica poucas vezes vista.&lt;br /&gt;Fruto de manobras de marketing e de boa perícia no uso das ferramentas comunicacionais, a mitologização de Obama foi sendo gerada passo-a-passo, a partir de etapas sucessivas que submetiam a realidade ao plano de caracterização modal do "texto" de candidatura e, agora, colhe as beneméritas congratulações.&lt;br /&gt;O semiólogo francês Roland Barthes escreveu diversos artigos para jornais na década de 50, sendo estes reunidos e publicados na sua obra Mitologias, em que desvenda as artimanhas modernas de criação de mitos nos mais variados ambientes e discursos, proferindo a partir destas análises uma teoria do mito na era da comunicação de massas. Segundo Barthes, o mito é uma fala, ou seja, constitui-se como sistema de comunicação em que uma mensagem é transmitida, gerando efeitos de convencimento baseado na sua ilusória naturalidade. Entendendo fala como "toda a unidade ou toda a síntese significativa, quer seja verbal ou visual", o mito não é pura informação oferecida mas é a forma pela qual uma informação é tratada. Assim, tendo a forma como uma espécie de depredação do sentido - atinge e esvazia a historicidade de determinado elemento real - produz uma significação (o próprio mito) que se presentifica como fato explícito e constatável, ainda que não imponha necessidade de explicações e descrição analítica.&lt;br /&gt;Dentre as características destacadas por Barthes, pode-se expor a evacuação do real de sua historicidade, a falta de veracidade objetiva ante a sobreposição valorativa, a intenção significativa e o caráter imperativo de seu discurso. Mas talvez as duas marcas observadas com maior importância para este artigo seja a de que o mito é uma fala despolitizada a inocente. É despolitizado por depauperar o reflexo da conjuntura social - os caracteres das relações humanas em sociedade - em vista da sua mensagem apática politicamente. Ou seja, não pode haver no interior do mito uma propulsão dialética de forma alguma. E quanto à inocência, convence a recepção da perenidade de sua existência em detrimento da sua ligação circunstancial.&lt;br /&gt;Vale a pena ler as palavras de Barthes sobre o último aspecto: "Passando da história à natureza, o mito faz uma economia: abole a complexidade dos atos humanos, confere-lhes a simplicidade das essências, suprime toda e qualquer dialética, qualquer elevação para lá do visível imediato, organiza um mundo sem contradições, porque sem profundeza, um mundo plano que se ostenta em sua evidência, cria uma clareza feliz: as coisas parecem significar sozinhas, por elas próprias".&lt;br /&gt;Obama virou um mito. Ou melhor, foi feito mito. Sua história pessoal e política sucumbiu ante a muralha da significação mítica que o envolveu e cingiu sua candidatura. Ele não disputou uma eleição como outra qualquer, esteve acima desta. Obama eclodiu como o grande salvador do mundo a quem todos deveriam venerar e, sem medo de exagerar, prestar culto. Evidentemente não se trata de religião no sentido estrito do conceito, mas de um furor semelhante a de uma religiosidade inepta. A suposta naturalidade da liderança de Obama, o homem acima do bem e do mal, de toda a intolerância e impostura, fez dele o presidente dos Estados Unidos. Sua prosa amistosa e "humanitária" induz um encantamento aliciador sem, contudo, incitar apuração das intenções ocultas sob as palavras; são palavras de agrado imediato por serem demasiado genéricas, mas de fundo fortemente ideológico. E o povo, crente de ter obtido uma vitória democrática, foi ludibriado de maneira magistral pela sagacidade de estratagemas ideológicos, criadores de um farsante disfarçado de divindade protetora. A parafernália da última eleição ensinou que os homens têm caminhado lentamente para o amadurecimento político.&lt;br /&gt;A frase pragmática de Obama - "A mudança chegou à América" - revela não apenas uma postura de governabilidade, mas a transição de um modelo menos agressivo e dissimulado para outro, de base manipulatória e ficcional. Acabou a ingenuidade de se pensar no candidato idôneo e moralmente admirável. Estabeleceu-se de vez a substituição, conforme salientou Guy Debord, do ser para o parecer, um caminho provavelmente sem volta enquanto não houver uma reavaliação crítica de todos os valores políticos reais e do conhecimento essencial acerca da ação democrática. Sem isso, tudo permanecerá como está, e os ídolos continuarão a se intrometer e se fortalecer no meio da sociedade, modificando-a e enfraquecendo o seu potencial transformador. Crer nisso é colocar-se alerta e fomentar um otimismo vindouro.&lt;br /&gt;Afinal, até quando as pessoas estarão dispostas a ceder sua consciência atuante e seu protagonismo social para permanecerem dopadas e iludidas pelo show de astros fajutos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito por Michel Farah Valverde&lt;br /&gt;* Bacharel e Licenciado em Filosofia. Mestrando em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Professor da Rede Pública Estadual (prof.michel@ig.com.br / daimonfilosofico.blogspot.com).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-323810024916352467?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/323810024916352467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=323810024916352467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/323810024916352467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/323810024916352467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/05/de-popstar-mito-global.html' title='De popstar à mito global'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-8660421136004595619</id><published>2009-05-18T21:20:00.000-07:00</published><updated>2009-05-18T21:23:12.959-07:00</updated><title type='text'>“Jornalismo Contemporâneo e a Variedade Editorial”</title><content type='html'>O Jornalismo Contemporâneo é o período vivente da imprensa, ou seja, o século XX. A imprensa desde seu nascimento foi peça fundamental no desenvolvimento da comunicação da humanidade, sendo por diversas vezes testemunhas oculares de muitos acontecimentos.&lt;br /&gt;A Variedade Editorial tem em seu histórico um grande desenvolvimento, a miscelânea de assuntos teve crescimento juntamente com o jornalismo.&lt;br /&gt;A “Gazeta do Rio de Janeiro” (1808 a 1822) e o “Correio Braziliense” (1808 a 1822) são os primeiros periódicos do nosso país. Estes dois jornais não continham grande variedades de assuntos, publicavam apenas notas oficiais do governo atuante, ou sejam assuntos irrelevantes, que em muitas vezes não eram de interesse público. O Correio Braziliense, por exemplo, publicava apenas matérias: de atos oficiais, notícias sobre a saúde dos príncipes europeus e informações sobre a família real.&lt;br /&gt;Com o passar dos anos o jornalismo tomou consciência de sua existência, e as rédeas da verdadeira função dentro dos meios de comunicação. Passou por muitos momentos críticos, como: a busca pela liberdade de imprensa, após uma longa e dura Ditadura.&lt;br /&gt;As revistas Realidade (1966) e O Cruzeiro (1928-1975) são dois periódicos que marcaram a história da imprensa impressa brasileira. Eram revistas de suplementos e variedades, a primeira trazia matérias de entretenimento, dicas, seriedade, honestidade e entusiasmo em diversos assuntos, utilizam recursos que aguçavam a curiosidade do leitor, com grandes fotos e matérias que chocaram uma época.&lt;br /&gt;A segunda abusava também dos recursos gráficos como o fotojornalismo, porém sua linda editorial era domada pelo Governo, publicava resenha do noticiário nacional e internacional da semana, reportagens sobre fauna e flora brasileiras, colunas social e política, cinema, rádio, teatro e  grandes reportagens.&lt;br /&gt;Depois disso a imprensa teve uma explosão, no sentido de ramificação de editorias, pensando sempre no leitor, de oferecer o melhor. Os jornais e as revistas dividiram suas editorias. O volume de cadernos cresceu, os assuntos como: política, cultura, economia, entretenimento, turismo, cidades, mulher entre outros se especializaram.&lt;br /&gt;             Diante disso as redações foram ampliadas, juntamente com o número de profissionais. É fácil perceber a existência de um número expressivo das tribos, os veículos de comunicação correram atrás de cada uma delas e desenvolveu uma nova forma de tratamento das notícias.&lt;br /&gt;            As revistas, por exemplo, possui a maior variedade editorial, para todos os públicos e gostos.Tem como características a enorme variedades de assuntos, grandes fotos , textos diferenciados entre outros elementos que fisgam a atenção do leitor.&lt;br /&gt;            Segundo Marília Scalzo, autora do livro Jornalismo de Revista (2003) a variedades de cadernos agilizou no processo e gosto específicos de cada leitor :&lt;br /&gt;“... a relação revista x leitor é passional. Por isso, as pessoas têm um tipo de revista para a sala, outra para o banheiro, para o quarto; guardam-na de um determinado jeito, carregam-na, recortam-na, etc. Essa relação envolve confiança, expectativas, acertos, pedido de desculpas, gerando uma identificação entre o leitor e a revista, o que identifica, por exemplo, um grupo. O grupo dos que lêem Playboy, das que lêem Capricho, Caras, Caros Amigos, etc. O leitor dá o significado para a Revista, é ele quem diz o que é a revista” (Scalzo, 2003, p. 25-26).&lt;br /&gt;            A revista e o jornal sempre ajudarão a interpretar algum acontecimento, mesmo quando o leitor vê a noticia pela televisão, no dia seguinte ele irá querer comprar o impresso. Como diz Garcia Márquez, " a melhor notícia não é a que se dá primeiro, mas a que se dá melhor".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-8660421136004595619?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/8660421136004595619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=8660421136004595619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/8660421136004595619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/8660421136004595619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2009/05/jornalismo-contemporaneo-e-variedade.html' title='“Jornalismo Contemporâneo e a Variedade Editorial”'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2839873392609562416.post-1409620208901838119</id><published>2008-09-21T16:04:00.000-07:00</published><updated>2009-05-18T21:31:09.016-07:00</updated><title type='text'>"A imprensa existe para satisfazer os aflitos, e afligir os satisfeitos" - Ricardo Noblat</title><content type='html'>Sou estreante nesse lance de ter um blog, mas na vontade de ter um site só meu, dedicado a publicar meus pensamentos, fotos e até trabalhos resolvi criar um.&lt;br /&gt;Meu nome é Tamires, tenho 21 anos, estou no quarto ano de jornalismo no IMESB em Bebedouro. E já mencionado uma das minhas metas sempre foi ter um espaço só meu na web, espero que todos que acessem compartilhem desse meu objetivo alcançado.&lt;br /&gt;Elogios e criticas sempre serão bem vindos, aqui não existe sensura , a linha editorial é falar o que pensa sem precisar ter medos de terceiros.&lt;br /&gt;Diz um jornalista que no momento não me recordo o nome que disse assim "Quer ter opinião tenha um jornal", bom não posso ter um jornal, mas nada impede de ter um blog rsrsr!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamires Furniel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2839873392609562416-1409620208901838119?l=tamiresfurniel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/feeds/1409620208901838119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2839873392609562416&amp;postID=1409620208901838119' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/1409620208901838119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2839873392609562416/posts/default/1409620208901838119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tamiresfurniel.blogspot.com/2008/09/imprensa-existe-para-satisfazer-os.html' title='&quot;A imprensa existe para satisfazer os aflitos, e afligir os satisfeitos&quot; - Ricardo Noblat'/><author><name>Tamys Jornalista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04260482271875515802</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='15' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_hlq--z2R6a8/ShIso7d7KTI/AAAAAAAAAAM/GC4fwm38Q-M/S220/tamys+2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
